fados antigos portugueses



  • Amor Antigo - Clã Brasil Há muito tempo Que eu gosto dessa menina Vou confessar É minha profissão de fé O seu sorriso me acalma, me fascina Como é bom Ter o amor dessa mulher Ela me faz ser o seu homem Vive a me namorar E se estou distante Me chama pra voltar E quando chego em casa à
  • Fado Escatológico - Jacinta - Musical A flatulência é breve e expira Um gás quase mortal Mas morto está o intestino Do bufante animal Que destrói a camada e ozônio Com seu putrefato arsenal O arroto é a vitória Frente o equilíbrio formal Dentro das entranhas químicas Fermenta o bolo estomacal E s
  • Amália (fado) - Socorro Lira Lembro do caminho, do riacho D'eu pssando por debaixo Da cerca da divisão Da água tão limpinha e lavadeira Da dor d'álma curandeira. Fervilhava o coração. Lembro com profundo sentimento Da promessa, do ungüento Que sarava meu quebranto; Lembro de madr
  • Fado Antigo - Vicente da Câmara De tanto ter cantado Já nem sei o que é chorar Dando alívio à minha mágua E às vezes quando canto A minha dor sinto tanto Tenho os olhos rasos de água E às vezes quando canto A minha dor sinto tanto Tenho os olhos rasos de água E à noite quando me ouv


  • Amor Antigo - Clã Brasil Há muito tempo Que eu gosto dessa menina Vou confessar É minha profissão de fé O seu sorriso me acalma, me fascina Como é bom Ter o amor dessa mulher Ela me faz ser o seu homem Vive a me namorar E se estou distante Me chama pra voltar E quando chego em casa à
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    • Fado Escatológico - Jacinta - Musical A flatulência é breve e expira Um gás quase mortal Mas morto está o intestino Do bufante animal Que destrói a camada e ozônio Com seu putrefato arsenal O arroto é a vitória Frente o equilíbrio formal Dentro das entranhas químicas Fermenta o bolo estomacal E s
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      • Amália (fado) - Socorro Lira Lembro do caminho, do riacho D'eu pssando por debaixo Da cerca da divisão Da água tão limpinha e lavadeira Da dor d'álma curandeira. Fervilhava o coração. Lembro com profundo sentimento Da promessa, do ungüento Que sarava meu quebranto; Lembro de madr
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        • Fado Antigo - Vicente da Câmara De tanto ter cantado Já nem sei o que é chorar Dando alívio à minha mágua E às vezes quando canto A minha dor sinto tanto Tenho os olhos rasos de água E às vezes quando canto A minha dor sinto tanto Tenho os olhos rasos de água E à noite quando me ouv
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